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Grupos Residentes

Coro de Câmara da Academia de Amadores de Música
(Direção: Maestrina Margarida Simas)

O Coro de Câmara da Academia de Amadores de Música é constituído por jovens com gosto pela música coral e com um nível musical elevado. Constituído por atuais e antigos alunos da AAM, o CCAAM possibilita que antigos alunos possam continuar ligados à prática musical e à AAM. O coro tem interpretado vários tipos de repertório, entre os quais música popular portuguesa, poesia musicada para coro, música sacra e também música de cinema. O CCAAM apresenta-se regularmente na Sala Tomás Borba na AAM e em diversas localidades na área de Lisboa.

Em 2014 participou no Festival Coral de Verão no CCB, obtendo uma classificação de “Prata”.

No ano letivo 2016/2017 foi um dos coros participantes na Ópera comunitária “O Monstro no Labirinto”, um projeto da Fundação Calouste Gulbenkian. É dirigido atualmente pela Maestrina Margarida Simas.

Coro dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música (Direção: Maestro Vítor Paiva)

O Coro do Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música iniciou a sua actividade em 1995, então sob a direcção da maestrina Paula Coimbra, com o objectivo de estimular a prática do canto coral entre os mais jovens, divulgar o rico repertório de música coral em língua portuguesa e incentivar os compositores portugueses a comporem para vozes brancas.

Estreou-se em Junho desse ano, no Concerto Anual da Academia de Amadores de Música (AAM), no Teatro Nacional de São Carlos.

Em 1996, gravou um CD, editado pela própria Academia de Amadores de Música, com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos. O CD Loik, constitui uma antologia de 34 canções de compositores portugueses para vozes brancas e é uma homenagem ao povo maubere de Timor, que na altura lutava pela independência. A canção homónima Loik – espírito que zela pelo bem estar dos vivos – faz parte dos Três miminhos para Xanana de Eurico Carrapatoso, obra criada especificamente para o Coro dos Pequenos Cantores da AAM.

No ano seguinte foi apresentado oficialmente o Loik, num concerto no Grande Auditório da Caixa Geral de Depósitos, em Lisboa. Estiveram presentes várias personalidades do mundo das artes, entre as quais a escritora Matilde Rosa Araújo, autora do texto das Cançõezinhas da Tila de Lopes-Graça e do texto de apresentação do CD onde salienta a importância da música na formação da criança que «nasce com um grito que a liga ao Mundo – mas ela quer o embalo, quer o canto, a voz e o silêncio do Amor»

O Coro dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música participa regularmente em Audições de Alunos e nos Concertos realizadas pela AAM, ao mesmo tempo que é convidado por várias instituições a actuar, nomeadamente no Teatro Nacional de S. Carlos, Teatro de S. Luís, Assembleia da República, Procuradoria Geral da República, Presidência Portuguesa do Conselho Europeu (para a cerimónia da assinatura do Tratado de Lisboa em 2007) e, mais recentemente, no Palácio Foz (2010).

Participa ainda em eventos como o «Festcsant» em Girondella/Catalunha (1997), «5º Festival, Internacional de Música Polifónica» da Festa dos Tabuleiros de Tomar (1999), «Porto 2001» para integrar o elenco de War Requiem de Britten, «Encontros de Coros Infantis-Juvenis» de Torres Novas, «Música no Palácio» do Palácio de Queluz.

Cruzaram-se também com a música dramática, integrados no elenco das óperas para a infância, produzidas pela Academia de Amadores de Música: Athanor de Claude-Henry Joubert (1997) e Tutti fan frutti de Claude-Henry Joubert (1998) (cantadas em português com tradução do poeta Hélder Moura Pereira); Eloise de Karl Jenkins (1999) e A Arca de Noé de Benjamim Britten (2000) (cantadas em inglês, língua original).

Experimentaram ainda a magia do palco das produções do Teatro Nacional de S. Carlos que, desde 1997, convida o Coro para, nas suas Temporadas Lírica e Sinfónica, integrar o elenco coral de obras como: Suor Angélica, integrada no “Tríptico” de Puccini (1997); Carmen de Bizet (2000); Boris Godunov de Mussorgski (2001); 3ª Sinfonia de Mahler com a direcção do coral de Ian Mikirtumov (2002); Jeanne d´Arc au Bucher de Honneger (2003); Turandot de Puccini (2004); Carmina Burana de Crall Orff (2005); Otello de Verdi (2005); Tosca de Puccini (2008); La Bohème de Puccini (2009).
O Coro apresenta uma especificidade própria devido à faixa etária dos coralistas, compreendida entre os 8 anos e os 16, o que implica, todos os anos letivos, uma renovação gradual de alguns dos seus elementos, de acordo com o ritmo normal do crescimento juvenil e consequente mudança de voz.

Ao longo dos seus 15 anos, o Coro dos Pequenos Cantores da AAM, alargou o seu repertório. Para além da música em língua portuguesa, interpreta também música coral de tradição europeia e outros géneros musicais, como a Ópera, cuja prática abriu novas perspectivas aos jovens coralistas.
O Coro dos Pequenos Cantores da AAM tem como maestro titular Vítor Paiva, desde 2002 e como maestrina adjunta Maria João Sousa, desde 2005.

Orquestra de Câmara da Academia de Amadores de Música (Direção: Professor Jorge Lé)

A Orquestra de Câmara da AAM (OCAAM) foi fundada em 1989 sob a direção do professor Jorge Lé, apresentando-se pela primeira em público na Sala Tomás Borba da AAM. Desde a sua fundação, a orquestra é constituída por alunos, ex-alunos e professores da AAM, e ainda instrumentistas convidados.

A OCAAM atua regularmente em concertos organizados não só pela AAM, mas também a convite de outras entidades ou instituições culturais. O seu reportório privilegia a música para orquestra de câmara, a música coral e a música operática, nomeadamente os Concertos Bradenburg e as Suítes de J.S. Bach, a cantata “Os Pastores” do compositor e maestro Cristopher Bochmann, a Missa Dolorosa de A. Caldara, a Missa de Glória e Credo de A. Vivaldi, as óperas para a infância Athanor e Tutti fan Frutti de C. Joubert, a Eloise de K. Jenkins, a Arca de Noé de B. Britten, La Serva Padrona de G. B. Pergolesi e ainda Dido e Eneias de H. Purcel.

A OCAAM conta também no seu histórico estreias de obras, entre as quais a 1ª audição de Mosaic for the Air de Christopher Bochmann e o Stabat Mater de Tomás Borba.

Outro ponto alto da sua atividade são os concertos com solistas, entre os quais se destacam o violinista Gareguin Aroutiounian, a violetista Barbara Friedhof e alunos e professores da AAM. De destacar o Concerto Final do ano letivo 2014/2015 em que a OCAAM acompanhou os seus próprios instrumentistas no desempenho como solistas.

Apresenta-se regularmente com o Coro dos Pequenos Cantores da AAM (CPCAAM), em obras como o Requiem de G. Fauré, a Messe des Pêcheures de Villerville de G. Fauré/A.   Messager e obras de J. Rutter.

Destaque ainda para a apresentação de “Para uma criança que vai nascer” de F. Lopes-Graça e o Stabat Mater de G. B. Pergolesi no concerto de encerramento das Comemorações dos 130 Anos da AAM, de dois concertos didáticos intitulados “Dos dois instrumentos mais agudos aos dois mais graves da orquestra”, o Concerto para Orquestra de Cordas de Joly Braga Santos, Massive, “A Mass In Rock” de Paul Barker, a cantata Saint Nicolas de B. Britten e um concerto com obras dos compositores portugueses Pedro Júdice, Tiago Derriça, Guilherme Santos e Pedro Blanc,  sendo este compositor homenageado pelo seu aniversário.

Coro de Câmara da Academia de Amadores de Música
(Direção: Maestrina Margarida Simas)

 

O Coro de Câmara da Academia de Amadores de Música é constituído por jovens com gosto pela música coral e com um nível musical elevado. Constituído por atuais e antigos alunos da AAM, o CCAAM possibilita que antigos alunos possam continuar ligados à prática musical e à AAM. O coro tem interpretado vários tipos de repertório, entre os quais música popular portuguesa, poesia musicada para coro, música sacra e também música de cinema. O CCAAM apresenta-se regularmente na Sala Tomás Borba na AAM e em diversas localidades na área de Lisboa.

Em 2014 participou no Festival Coral de Verão no CCB, obtendo uma classificação de “Prata”.

No ano letivo 2016/2017 foi um dos coros participantes na Ópera comunitária “O Monstro no Labirinto”, um projeto da Fundação Calouste Gulbenkian. É dirigido atualmente pela Maestrina Margarida Simas.

Coro dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música (Direção: Maestro Vítor Paiva)

O Coro do Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música iniciou a sua actividade em 1995, então sob a direcção da maestrina Paula Coimbra, com o objectivo de estimular a prática do canto coral entre os mais jovens, divulgar o rico repertório de música coral em língua portuguesa e incentivar os compositores portugueses a comporem para vozes brancas.

Estreou-se em Junho desse ano, no Concerto Anual da Academia de Amadores de Música (AAM), no Teatro Nacional de São Carlos.

Em 1996, gravou um CD, editado pela própria Academia de Amadores de Música, com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos. O CD Loik, constitui uma antologia de 34 canções de compositores portugueses para vozes brancas e é uma homenagem ao povo maubere de Timor, que na altura lutava pela independência. A canção homónima Loik – espírito que zela pelo bem estar dos vivos – faz parte dos Três miminhos para Xanana de Eurico Carrapatoso, obra criada especificamente para o Coro dos Pequenos Cantores da AAM.

No ano seguinte foi apresentado oficialmente o Loik, num concerto no Grande Auditório da Caixa Geral de Depósitos, em Lisboa. Estiveram presentes várias personalidades do mundo das artes, entre as quais a escritora Matilde Rosa Araújo, autora do texto das Cançõezinhas da Tila de Lopes-Graça e do texto de apresentação do CD onde salienta a importância da música na formação da criança que «nasce com um grito que a liga ao Mundo – mas ela quer o embalo, quer o canto, a voz e o silêncio do Amor»

O Coro dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música participa regularmente em Audições de Alunos e nos Concertos realizadas pela AAM, ao mesmo tempo que é convidado por várias instituições a actuar, nomeadamente no Teatro Nacional de S. Carlos, Teatro de S. Luís, Assembleia da República, Procuradoria Geral da República, Presidência Portuguesa do Conselho Europeu (para a cerimónia da assinatura do Tratado de Lisboa em 2007) e, mais recentemente, no Palácio Foz (2010).

Participa ainda em eventos como o «Festcsant» em Girondella/Catalunha (1997), «5º Festival, Internacional de Música Polifónica» da Festa dos Tabuleiros de Tomar (1999), «Porto 2001» para integrar o elenco de War Requiem de Britten, «Encontros de Coros Infantis-Juvenis» de Torres Novas, «Música no Palácio» do Palácio de Queluz.

Cruzaram-se também com a música dramática, integrados no elenco das óperas para a infância, produzidas pela Academia de Amadores de Música: Athanor de Claude-Henry Joubert (1997) e Tutti fan frutti de Claude-Henry Joubert (1998) (cantadas em português com tradução do poeta Hélder Moura Pereira); Eloise de Karl Jenkins (1999) e A Arca de Noé de Benjamim Britten (2000) (cantadas em inglês, língua original).

Experimentaram ainda a magia do palco das produções do Teatro Nacional de S. Carlos que, desde 1997, convida o Coro para, nas suas Temporadas Lírica e Sinfónica, integrar o elenco coral de obras como: Suor Angélica, integrada no “Tríptico” de Puccini (1997); Carmen de Bizet (2000); Boris Godunov de Mussorgski (2001); 3ª Sinfonia de Mahler com a direcção do coral de Ian Mikirtumov (2002); Jeanne d´Arc au Bucher de Honneger (2003); Turandot de Puccini (2004); Carmina Burana de Crall Orff (2005); Otello de Verdi (2005); Tosca de Puccini (2008); La Bohème de Puccini (2009).
O Coro apresenta uma especificidade própria devido à faixa etária dos coralistas, compreendida entre os 8 anos e os 16, o que implica, todos os anos letivos, uma renovação gradual de alguns dos seus elementos, de acordo com o ritmo normal do crescimento juvenil e consequente mudança de voz.

Ao longo dos seus 15 anos, o Coro dos Pequenos Cantores da AAM, alargou o seu repertório. Para além da música em língua portuguesa, interpreta também música coral de tradição europeia e outros géneros musicais, como a Ópera, cuja prática abriu novas perspectivas aos jovens coralistas.
O Coro dos Pequenos Cantores da AAM tem como maestro titular Vítor Paiva, desde 2002 e como maestrina adjunta Maria João Sousa, desde 2005.

Orquestra de Câmara da Academia de Amadores de Música (Direção: Professor Jorge Lé)

A Orquestra de Câmara da AAM (OCAAM) foi fundada em 1989 sob a direção do professor Jorge Lé, apresentando-se pela primeira em público na Sala Tomás Borba da AAM. Desde a sua fundação, a orquestra é constituída por alunos, ex-alunos e professores da AAM, e ainda instrumentistas convidados.

A OCAAM atua regularmente em concertos organizados não só pela AAM, mas também a convite de outras entidades ou instituições culturais. O seu reportório privilegia a música para orquestra de câmara, a música coral e a música operática, nomeadamente os Concertos Bradenburg e as Suítes de J.S. Bach, a cantata “Os Pastores” do compositor e maestro Cristopher Bochmann, a Missa Dolorosa de A. Caldara, a Missa de Glória e Credo de A. Vivaldi, as óperas para a infância Athanor e Tutti fan Frutti de C. Joubert, a Eloise de K. Jenkins, a Arca de Noé de B. Britten, La Serva Padrona de G. B. Pergolesi e ainda Dido e Eneias de H. Purcel.

A OCAAM conta também no seu histórico estreias de obras, entre as quais a 1ª audição de Mosaic for the Air de Christopher Bochmann e o Stabat Mater de Tomás Borba.

Outro ponto alto da sua atividade são os concertos com solistas, entre os quais se destacam o violinista Gareguin Aroutiounian, a violetista Barbara Friedhof e alunos e professores da AAM. De destacar o Concerto Final do ano letivo 2014/2015 em que a OCAAM acompanhou os seus próprios instrumentistas no desempenho como solistas.

Apresenta-se regularmente com o Coro dos Pequenos Cantores da AAM (CPCAAM), em obras como o Requiem de G. Fauré, a Messe des Pêcheures de Villerville de G. Fauré/A.   Messager e obras de J. Rutter.

Destaque ainda para a apresentação de “Para uma criança que vai nascer” de F. Lopes-Graça e o Stabat Mater de G. B. Pergolesi no concerto de encerramento das Comemorações dos 130 Anos da AAM, de dois concertos didáticos intitulados “Dos dois instrumentos mais agudos aos dois mais graves da orquestra”, o Concerto para Orquestra de Cordas de Joly Braga Santos, Massive, “A Mass In Rock” de Paul Barker, a cantata Saint Nicolas de B. Britten e um concerto com obras dos compositores portugueses Pedro Júdice, Tiago Derriça, Guilherme Santos e Pedro Blanc,  sendo este compositor homenageado pelo seu aniversário.